Devido à uma burrada do nosso baixista, esquecemos de fazer menções a coisas importantes do nosso cotidiano.
Primeiro, temos que dizer que o Senhor F (www.senhorf.com.br) disponibilizou mais uma música de nosso ep. "Um dia você vai querer me beijar" é a bola da vez, música que vem tendo uma aceitação de público inesperada em nossos shows. E a edição de abril tá muito boa, como sempre, conferir é obrigatório.
Também graças ao nosso baixista desmiolado, num erro de interpretação, não fizemos devidamente a divulgação de nosso show de quarta-feira, dia 28 de abril, no Espaço Constituição, ao lado da espetacular banda Nelson e os Gonçalves. Segundo informações seguras, as duas bandas tem muito a ver e será um show inesquecível. Portanto, compareçam à Rua da Constituição, número 34, no Centro do Rio, pro projeto Macaca Pop, ao custo de três reais, às 19:30. Ah, também estaremos acompanhados da banda Moobwa.
E, por fim, saiu entrevista nossa, com todos os The Feitos, no site www.soundaround.com.br, mais uma empreitada do nosso camarada Artur. Está hilário, prestem atenção nas respostas do Andrei, são as melhores.
Por enquanto, é isso.
THE FEITOS - 11:01 AM
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Segunda-feira, Abril 19, 2004
Pois é, tivemos o show do sábado no Studio Bar (ou seria Studio Sauna?). Nos apresentamos por volta da meia-noite e foi muito bom. Conversamos com várias pessoas antes do show e muitas delas dizendo que tinham comparecido só para nos ver, o que muito nos honra. Nossos shows em Niterói tem rendido uma boa quntidade de público e, mais do que isso, uma recepção mais do que calorosa por parte do mesmo. E dessa vez foi igual. Tocamos com muita pressão (e muito calor também) e a galera ajudou muito agitando e fazendo rodinhas direto, o que tem se tornado muito comum (e impressionante).
O repertório mudou um pouco, tocamos "Burro também" e Ramon Ramon surpreendeu a todos (inclusive ao resto da banda) puxando "Fashion demais", que a muito não via a luz do dia. O público colaborou, pedindo "Disco do Roberto" lá pelo meio do set, o que foi prontamente atendido pela banda. E, fechando o show com "Um dia você vai querer me beijar", mais um show do público cantando a música em uníssono, regidos pelos dedos magros do Ramon.
Um belo retorno à nossa casa, com o público muito legal e um bom show. Sem contar, claro, nossos amigos que estavam presentes e com quem trocamos idéias ao longo da noite, como Artur, Pablo, Brunão da Silva, Alexandre, Ludi e mais uma penca de gente. Valeu por tudo!
Lambrando que esse show foi filmado pelo pessoal do programa Cultura da Ação, do canal 16 de Niterói, vamos tentar viabilizar este vídeo de alguma forma em nosso site ou coisa que o valha.
Agradecimentos óbvios ao Tinoco, que nos colocou pra tocar, e ao pessoal da produção, o som estava legal, tudo audível; e ao público que compareceu, muito obrigado pelo carinho e atenção. Próxima parada: Fun House, em São Paulo!
Até.
THE FEITOS - 9:29 AM
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Sexta-feira, Abril 16, 2004
Dia 17 de abril, sabadão agora, estaremos no evento tão aguardado de nosso camarada Tinoco, lá no Studio Bar, em Pendotiba, Niterói. Serão umas dez bandas, se não me engano, e estamos escalados para tocar às 23:00 h, o que provavelmente nos coloca como sexta banda da noite. A divulgação andava sendo feita desde março e a expectativa é de um público bom.
Tem convite antecipado a oito royals. Na hora, com filipeta, é dez, sem é doze.
Por enquanto, é isso.
THE FEITOS - 11:02 AM
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Quarta-feira, Abril 14, 2004
O Ramon reclamou que não haviam fotos postadas neste local. Logo, enviaremos esta magnífica imagem em homenagem a ele:

THE FEITOS - 4:47 PM
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Segunda-feira, Abril 12, 2004
Mini-tour "Sapatos com defeitos", dia 4 - Luiz Velhinho
Este último capítulo de nossa viagem fala sobre nosso day off (se temos uma "mini-tour", por que não um "day off"?).
Acordamos relativamente cedo pra pegar o café do hotel. Não sei como ou por que Alexandre foi parar no nosso quarto (ou melhor, sei sim), ao pé da minha cama. Descemos Andrei, Ramon e eu pro café e voltamos pro quarto pra tentar relaxar mais um pouco. Neste dia, estava combinado de voltarmos à Brasília e fazer um churrascão na casa do André em comemoração por tudo o que aconteceu. Desde a noite anterior, o celular do André não pegava e certamente não estaria pegando ainda pela manhã. A decisão mais sábia àquela hora (por volta das 10:30) foi do Andrei: "Vamos tomar uma cerveja?". Como se eu pudesse negar.
Quase beirando o fim de nossa estadia no hotel, resolvemos voltar ao quarto e arrumar as coisas. Todos acordados, despedimo-nos do Red, do Nandico e da namorada deste e partimos de volta pra Brasília. Lá pelas três da tarde chegamos e procuramos algum lugar pra almoçar, já que o churrasco do André mostrava-se seriamente ameaçado. Findo o parco almoço num restaurante a quilo que estava fechando (só nós mesmo), partimos para a parte mais desagradável do dia: fotos turísticas. Como não tínhamos pra onde ir (o André permanecia em Goiânia), ficamos rodando pela cidade batendo fotos (muitas engraçadas, admito) até que resolvemos parar e tomar umas cervejas até a chegada do André. Fernando Rosa nos ligou e se juntou à mesa, mais tarde completada por Phelipe Seabra (que fez muitos elogios ao nosso show) e companheira e, ainda mais tarde, pelo André.
Ficamos bebericando até uma da manhã e, pra minha felicidade, nossa fome foi saciada no Girafas! Minha obsessão por esse fast food tem uma resposta muito simples: não há Girafas em Niterói e no Cartoon Network passa uma propaganda desse negócio toda hora, com uma musiquinha que fica na cabeça. Logo, entrei na lanchonete e comecei a cantar, para o espanto do André. Terminamos ali nossa noite, dispostos a encarar mais uma vez a estrada de volta a Niterói na manhã seguinte.
Essa pequena explanação da viagem não comporta tudo o que passamos. Não só as situações, mas, principalmente, as reações das pessoas à nossa música é algo inenarrável e muito especial. Espero que todas as nossas viagens sejam assim, repletas de novas amizades e muita animação e putaria.
Por último, mas não menos importante, queria particularmente agradecer às pessoas que tornaram essa viagem não só possível como também agradável e inesquecível: Fernando "Senhor F" Rosa (nem tenho palavras pra agradecer, guri); aos moleques do Sapatos, Caio e PC, mas principalmente ao André pela recepção, calma e amizade com que nos tratou, não tem como pagar isso, rapaz; ao Marcelo Birck, pela camaradagem e nada de estrelismos; ao Fabrício da Monstro, por ter nos colocado pra tocar em Goiânia e pedindo pra repetir em junho, estaremos aí certamente; Phelipe Seabra, pelos toques e pela conversa; à Babi e à Nata, por terem enchido nosso saco durante nossa estada por aí (brincadeira, meninas!); a todo o público de Brasília e Goiânia, vocês certamente fizeram deste viagem um sonho; e ao Alexandre por ter sido louco o suficiente pra aceitar essa empreitada conosco.
Obrigado a todos, agora é Studio Bar, em Niterói, dia 17, maiores informações ainda por esses dias.
Até.
THE FEITOS - 1:20 PM
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Sexta-feira, Abril 09, 2004
Mini-tour "Sapatos com defeitos", dia 3 - Luiz Velhinho
Depois do cochilo da sexta-feira, acordamos a tempo de pegar o café da manhã do Meliá. Dou de cara com o Andrei e o Birck no salão. Logo de cara, o Birck fez uns elogios ao show e disse o que uma enorme quantidade de pessoas tem nos dito: "Vocês precisam ir pra Porto Alegre". Agora virou questão de honra.
Por volta do meio-dia, começamos a arrumar as tralhas pra seguirmos para Goiânia. André Vazquez, mais do que desesperado com o atraso do Alexandre (que alojou-se na casa da tia dele), nos esperava no saguão. Enfim, partimos nós quatro no Clio e André, acompanhado do Birck e do Caio, baterista do Sapatos, no Monza sinistro. Duas horas e tal até Goiânia, mas foi tudo tranqüilo. Pelo menos até o momento em que um sinal de trânsito nos separou de nossos queridos cicerones e nos perdemos na cidade. O curioso é que nem os goianos para quem perguntávamos o endereço do Ambiente Skate Shop sabiam onde era. Goiânia é muita louca nesse negócio de organização das ruas, não segue uma lógica, tudo é muito fora de lugar. Mas, fora isso e o calor absurdo que fazia na cidade, tudo estava bem.
Quando finalmente localizamos a loja, os sapatos já estavam passando o som. E que som! Ramon ficou impressionado como, ao ar livre, o som poderia sair tão bom e audível. Nossos cumprimentos e agradecimentos ao Fabrício, homem forte da Monstro Discos e do MQN, gente finíssima que nos colocou pra tocar junto com o Sapatos.
Devido ao nosso atraso, os Bicolores subiram no palco antes. O show foi ótimo como na noite anterior, ressaltando que o baixista nesse dia era o Nandico, gente boa pra caramba, já que o PC teve que viajar. O público goiano cantou animadamente as músicas dos caras, mas ficaram um pouco perdidos quando André anunciou a subida ao palco da "vaca sagrada" do rock sulista, o Birck. Talvez tenha algo a ver com a idade do público, grande maioria de molecada, mas todo mundo tava ali vendo o show e agitando. Acabei não falando do lugar em si: é uma loja de skate, alta e envidraçada, onde se vende também cds e roupas. Lugar maravilhoso pra show; um deck de madeira na frente da loja (onde ficaram os equipamentos), um espaço legal com umas árvores e um half pipe logo na frente do terreno. Muito legal, um clima fantástico num dia muito ensolarado.
Pouco depois das seis da tarde montamos tudo e mandamos ver. Tenho que admitir que o corpo estava muito cansado, mas queríamos causar uma boa impressão em nossa passagem por Goiânia. E, apesar da minha performance estar entre 80 e 60% do normal, deliramos e soltamos a mão. O show foi um pouco parecido com o de Brasília, talvez com menos uma ou duas músicas, mas foi muito bom. O público adorou. Dois momentos inesquecíveis: Ramon pedindo para as pessoas baterem palmas fora do tempo em "Disco do Roberto" (hilário!) e André subindo ao palco pra cantar "Problema é seu" conosco, jogando microfone no chão, pulando, jogando cerveja pra tudo quanto é lado... Demais de bom.
Os dez cds que pusemos na loja para venda sumiram em menos de dez minutos! Vendemos mais uns sete na loja, mais alguns na mão mesmo, deu pra tirar uns trocados. Pretendíamos ficar mais um tempo até acharmos um lugar pra ficar na cidade, mas um temporal nos deixou presos na loja. Lá pelas nove da noite, após uma estiada, partimos para um hotel no centro de Goiânia, o Alvorada. No mesmo quarto ficaram todos os The Feitos e o Alexandre dividiu o quarto com uma figura chamada Red, que só falava "La Plata" a todo momento. Esse indivíduo saiu conosco quando tentamos achar o André e as outras pessoas que estavam no show de Goiânia, mas ficamos rodando pela cidade e não achamos ninguém. Cansei, pedi pra voltar pro hotel (ato no qual o Andrei me acompanhou) e o resto das pessoas (Ramon, Alexandre e Red "La Plata") foram curtir uma noitada. Pelo que fiquei sabendo, foram parar numa festa com bandas de hardcore e tava rolando a maior porradaria.
A notícia da viagem à Goiânia é que fomos convidados a participar do Goiânia New Underground que rola em junho. Desta forma, tentaremos arranjar outra data em Brasília no mesmo fim de semana pra fazermos a limpa no cerrado mais uma vez. Agradecimentos óbvios ao Fabrício e ao Daniel que nos convidaram pra esse evento e pro GNU, e ao público de Goiânia que foi muito receptivo com a banda. Em breve, o último capítulo da saga candanga.
THE FEITOS - 1:36 PM
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Quarta-feira, Abril 07, 2004
Mini-tour "Sapatos com Defeitos", dia 2 - Luiz Velhinho.
Minhas parcas horas de sono foram compensadas por duas coisas: primeiro, um lindo dia, que, mais tarde saberíamos, era um excelente presságio pro show; segundo, uma ridícula foto de Ramon e Andrei dormindo na casa do André. Acordar cedo tem suas vantagens.
Todo mundo acordando tarde (inclusive o André, que tinha que trabalhar), almoçamos e partimos pro hotel onde seríamos hospedados, Meliá Confort seu nome. Coisa fina de verdade. Ah, claro, antes de irmos pro hotel demos uma parada no meio do caminho para conhecermos a Babi e a Nata, duas amigas com quem trocamos emails e conversas bem antes de pensarmos em pousar no Planalto Central. Foi curioso, pois foi rápido, mas muito divertido. Combinamos tudo para o show que ocorreria horas depois (o que de nada adiantou - he he he) e partimos para nossa nova casa. Sinceramente, quando eu e Ramon entramos no quarto (Andrei dormiu no quarto com o Birck), a reação foi de absoluto espanto: tudo arrumadinho, camas confortáveis, ar funcionando... Nós não merecíamos aquilo, mas resolvemos ficar assim mesmo. Pouco tempo depois, Fernando Rosa nos liga, chamando para aparecermos no estúdio do Phelipe Seabra, da Plebe Rude, recém-montado com equipamento de primeira. Fernando pretende usar o estúdio pras gravações dos discos a serem lançados pelo selo Senhor F. Lembro de Ramon falando com o Phelipe e, enquanto algumas músicas gravadas ali rolavam, eu e Andrei observávamos o som do bumbo da bateria que tinha muita pressão. Realmente um excelente estúdio.
Como já estávamos quase na hora da passagem de som, partimos no carro do Fernando pro hotel. Pegamos as tralhas, ligamos pro Alexandre e fomos pro Gate's. O lugar é maneiro, teto baixo, o bar no meio, palco pequeno, um bom técnico de som (Will, se não me engano)... Som passado (alto, diga-se de passagem), voltamos pro hotel para um breve descanso que não ocorreu. Às 23 estávamos chegando na porta, após termos marcado com as meninas (Babi e Nata) às 22:30 para entrarem conosco. Culpa do Alexandre (he he he). Adentramos e fomos batendo papo com todo mundo, tomando umas e zoando. Após o show do Marcelo Mendes (me lembrou um pouco o Wonkavision, mas mais jovem-gurdiano), arrumamos as tralhas e começamos. Estávamos loucos pra tocar e a reação do público foi fantástica. Explosão pra todos os lados. Se fosse sexo, eu teria ejaculado vezes seguidas naquela noite (he he he). O set list não lembro, mas tiveram as quatro do ep, "Gente feiosa", "Feios, mas felizes", "Mulher infiel" (que voltou de vez pros shows), "Burra demais" e, em homenagem ao André do Sapatos, tocamos "Problema é seu", do nosso famigerado primeiro ep. Foi lindo, showzaço, o público amou, comprou os cds (vendemos mais de vinte) e, principalmente, Fernando Rosa e o pessoal do Sapatos adoraram. Não lembro do que disseram, mas lembro do sorriso no rosto do André após descermos, dos abraços e das caras felizes. Sem sombra de dúvida, um dos melhores shows da banda com uma das melhores platéias que já tivemos: receptiva, empolgada e sincera.
Depois, os Sapatos Bicolores subiram pra mostrar seu show. E foi muito bom. Carisma, boas músicas, bons músicos, esses ingredientes só podem resultar em muita diversão e numa apresentação sem igual. Os caras são muito enérgicos. Cantei muito alto "De carona", "Bolinhas brancas" e "À cobrar", vendo Ramon lá do outro lado cantando também. O Andrei estava bebendo em algum lugar e não o vi direito. Mas todos gostamos do show. Pra surpresa final, Marcelo Birck sobe ao palco pra cantar umas musicas, entre elas "Chamas do Inferno" (minha preferida do disco dos Atonais) e uma música inédita dele com o Frank Jorge. Foi lindo, estávamos de frente para um dos caras que nos inspirou a estarmos juntos. E, pra magoar mais ainda, subimos ao palco junto com o Sapatos pra fazer uma jam tocando uma penca de músicas do Graforréia ao lado do Birck. Acho que até ele se espantou com a recepção do público e com o fato de uma banda de Niterói ter subido ao palco cantando tais músicas. Foi bárbaro, estupendo.
Enfim, foi uma noite mágica, com muita risada, bebedeira (eu, Andrei e Alexandre entornamos bonito) e conhecendo muita gente legal. Cena final da noite: Andrei e Alexandre procurando cerveja pela rua, eu e Babi falando as maiores besteiras na calçada e Nata quase dormindo. Depois disso, só uma bela noite mal-dormida no hotel pra acalmar.
THE FEITOS - 2:46 PM
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Terça-feira, Abril 06, 2004
Mini-tour "Sapatos com Defeitos", dia 1 - Luiz Velhinho
É muito difícil comentar o que aconteceu entre os dias 1 e 4 de abril. Foi muita zoação, diversão, shows fantásticos, bebedeira, estrada e amizades. Amizades eternas, como diria o Ramon Ramon.
Partimos pra Brasília a bordo do Renault Clio de nosso amigo/roadie/fotógrafo Alexandre Dobbs em direção ao cerrado brasileiro às 5 da matina de quinta. Eu realmente acreditava que essa seria a parte mais difícil da tour: nós quatro nos aturármos pelas 15 horas previstas de estrada. Estava muito enganado, pois foram horas rindo muito e falando muita besteira ao som das coisas mais loucas possíveis, numa seleção nada ortodoxa: Supergrass, Flaming Lips, The Sonics, Dinosaur Jr., Phisical Foders, Daft Punk, Mudhoney, Walverdes... Só não rolou o Los Hermanos que Alexandre tanto queria (he he he). Enfim, 14 horas de estrada com essa sonzeira louca e uma multa na entrada de Goiás, devido ao fato de eu e Alexandre não estármos usando cinto de segurança no banco traseiro.
Lá pelas 19 horas adentramos o Plano Piloto sem entender porra nenhuma da cidade. Tínhamos o endereço do estúdio no qual o Sapatos estaria ensaiando e, milagrosamente, os achamos. Falamos com os caras e, enquanto esperávamos o fim do ensaio, encontramos no estúdio um dos responsáveis por nossa ida à Brasília, Fernando "Senhor F" Rosa, e com um dos responsáveis pela existência do The Feitos, Marcelo Birck, ex-Graforréia Xilarmônica. Após o término do ensaio, saímos com André Vazquez (vocal/guitarra do Sapatos Bicolores) e com o Birck pra comer uma pizza na Dom Bosco. Não se escolhe o sabor, mas sim se ela é simples ou dupla. Àquela hora, só poderia ser dupla. Muitas. Partimos pra casa do André pra largar equipamentos e bolsas e nos arrumarmos pra tomar uma cerveja a tempo antes que a lei seca brasiliense (que começa às 2 da matina) batesse. Fomos pra rua, já acompanhados do Fernando e do Birck e ficamos falando de rock por um bom tempo até que nossos corpos pediram arrêgo e fomos deitar já as 4 da matina.
THE FEITOS - 11:11 PM
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